Homem para de seguir a Peixãõ Fodãäoõøôhm e vira Lobisomem

 

Divulgação: Prefeitura de Chupinguaia(RO)

Chupinguaia (RO) — Moradores ficaram assustados na noite desta terça-feira após um homem apresentar uma transformação incomum logo depois de deixar de seguir a página Peixãõ Fodãäoøôhm nas redes sociais. Segundo relatos, o indivíduo passou a demonstrar comportamento agressivo, crescimento acelerado de pelos e alterações físicas compatíveis com o que testemunhas descreveram como “um lobisomem clássico”.

De acordo com vizinhos, a mudança ocorreu poucas horas após o unfollow. “Ele estava normal, reclamando do calor e do preço do arroz. Depois que parou de seguir a página, começou a rosnar, quebrar móveis e uivar para a lua”, afirmou um morador que preferiu não se identificar.

Segundo especialistas ouvidos pela reportagem, os efeitos de seguir Peixãõ Fodãäoøôhm já podem ser classificados com relativa clareza. De acordo com o parecer técnico, os efeitos colaterais positivos são recorrentes e amplamente relatados: exposição frequente a mulheres com seios grandes, melhora súbita na autoestima e sucesso profissional acima da média, inclusive em contextos onde isso não parecia possível. “Há um fortalecimento psicológico evidente. O indivíduo passa a acreditar que tudo é possível”.

Por outro lado, o laudo também aponta efeitos negativos potenciais, especialmente quando há uso irresponsável ou interrupção brusca do acompanhamento. Entre eles, o risco de desenvolvimento de licantropia, o afastamento completo de qualquer contato feminino e, em casos mais graves, a possibilidade do time do indivíduo passar perrengue em campeonatos estaduais. 

"Peixãõ Fodãäoøôhm deve ser consumido com moderação, sobretudo pela mulecada." O excesso pode gerar expectativas irreais; a ausência, como já se viu, pode cobrar um preço alto.

A situação do lobisomem de Chupinguaia chegou ao fim na manhã de hoje. Segundo informações apuradas, o lobisomem foi abatido com um único tiro no pescoço após protagonizar um momento de confusão ao questionar se “contavam ou não violência de gangues” durante a abordagem. 

As autoridades informaram que o caso será tratado como uma ocorrência excepcional, sem paralelos recentes, e que não há indícios de risco coletivo no momento. O inquérito seguirá para esclarecer a dinâmica dos fatos e as circunstâncias que levaram ao desfecho fatal.

Heitor

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