SAF do Santos é adquirida pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias


 

DIVULGAÇÃO: BPFD

O que começou como uma coincidência de nomes agora se concretiza como projeto institucional. A SAF (Sociedade Anônima de Futebol) do Santos Futebol Clube foi adquirida pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, os mórmons, selando uma união inédita entre futebol profissional e organização religiosa.  

A negociação, confirmada por fontes diretas à diretoria santista e a representantes da instituição religiosa, transfere o controle acionário e a gestão operacional do clube para a entidade com sede em Utah, Estados Unidos. Segundo pessoas envolvidas na negociação, o interesse da Igreja vinha sendo tratado de forma discreta há meses, impulsionado pela identificação simbólica entre as instituições e pelo potencial global da marca Santos.

Em nota oficial, a nova controladora afirmou que o objetivo é “restaurar a grandeza, fortalecer valores e promover um ambiente de retidão competitiva”, garantindo que decisões técnicas continuarão sendo tomadas por profissionais do futebol. Ainda assim, mudanças internas já estão previstas.

Entre as primeiras medidas anunciadas estão a reformulação do código de conduta, a criação de um departamento de ética esportiva e a padronização de discursos institucionais. Treinos aos domingos seguem mantidos, mas com “flexibilidade espiritual”. A Vila Belmiro não será rebatizada por enquanto. Entre as diretrizes internas, a nova gestão confirmou que o consumo de café será proibido nas dependências do clube. A medida, segundo a nota, visa alinhar práticas cotidianas aos princípios da controladora. Bebidas alternativas como água, sucos e refrigerantes seguem liberadas. Máquinas de café da Vila Belmiro já estão sendo desativadas, e o CT passará por adequações.

Paralelamente, a Torcida Jovem do Santos informou que já trabalha em um projeto próprio de formação de missionários. A iniciativa, ainda em fase de estruturação, prevê ações de base, intercâmbio cultural e presença organizada em diferentes regiões do país. Segundo integrantes do grupo, a proposta é “levar a palavra, mas sem abandonar a arquibancada”.

Como parte da estratégia de reposicionamento global, a nova gestão confirmou que Neymar e a atacante Ketlen serão utilizados como principais rostos do material de divulgação, tanto da Igreja quanto do clube. 

O que se sabe sobre o negócio:

  • A Igreja assume 100% da SAF, tornando-se única acionista controladora.
  • A negociação inclui a assumção integral das dívidas do clube, estimadas em cerca de R$ 1,2 bilhão.
  • O valor de compra não foi divulgado, mas fontes do mercado especulam uma transação na casa dos R$ 3,4 bilhões.
  • A marca "Santos" e as cores preto e branco serão mantidas, assim como o nome do clube.
  • A gestão futebolística e administrativa será conduzida por um conselho nomeado pela Igreja, com possibilidade de manutenção de alguns executivos brasileiros.
A Jihad Santista, facção radical e autodeclarada "milícia de defesa da fé alvinegra", emitiu um comunicado expressando descontentamento nesta quarta-feira, ameaçando retaliar o que chama de "invasão herética" e prometendo proteger a qualquer custo o legado do clube. Fontes internas ao clube, que pediram anonimato por medo de represálias, confirmam que a venda para os mórmons inflamou grupos radicais que se vêem como os únicos guardiões da "essência" do Santos.

Os novos donos mórmons do Santos Futebol Clube anunciaram também que manterão ativo e expandirão o lendário Projeto Termonuclear. A medida inclui a defesa incondicional do ex-presidente Marcelo Teixeira, figura central do programa, que passa a ser considerado "ativo estratégico" e "patrimônio histórico intocável" do clube.

O anúncio foi feito pelo Élder Jonathan Whitmer, designado pela Igreja para a presidência executiva da SAF, em uma reunião fechada com membros remanescentes da antiga cúpula diretiva. Gravações do encontro, obtidas pela reportagem, mostram um Whitmer sorridente e assertivo, vestindo um paletó sobre a camisa alvinegra.

O Santos, agora sob nova direção, se prepara para o Campeonato Brasileiro e, aparentemente, para uma guerra de bastidores de escala global, com um arsenal político e econômico que acaba de ser ampliado em Utah. 

Heitor

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