Santos acerta com Partido Missão para patrocínio master

Divulgação: Peixãõ FD


O Santos Futebol Clube se prepara para anunciar o Partido Missão como seu novo patrocinador master. A marca deve ocupar o principal espaço do uniforme santista durante o ano de 2026, marcando uma nova parceria institucional para a sequência da temporada.

O valor do acordo gira em torno de R$ 15 milhões, montante que, nos bastidores, é considerado baixo quando comparado as parcerias recentes, como a da 7K, que chegou à casa dos R$ 50 milhões. Ainda assim, a diretoria avaliou que o acerto vai além do aspecto financeiro. Internamente, o movimento é visto como um sinal político e institucional, interpretado por dirigentes e analistas como uma guinada do Santos para a direita, movimento que ganhou força após episódios recentes de desgaste e tensão envolvendo o presidente Marcelo Teixeira, do Santos, e o Presidente Donald J. Trump, dos Estados Unidos.

Procurado pelo blog, o presidente do Partido Missão, Renan Santos, optou por não se manifestar sobre o acordo. De acordo com relatos de pessoas próximas, o dirigente estaria, naquele momento, "concentrado em subir de elo em League of Legends", o que teria inviabilizado qualquer comentário à reportagem.

A Jihad Santista, coletivo de torcedores muçulmanos da Baixada Santista, emitiu um comunicado contundente, classificando a parceria como um "erro histórico de dimensões catastróficas" e uma "mancha no patrimônio" do clube.
“Esta aliança é ‘Haram’ [proibida] para a tradição que herdamos. Nossa luta é uma ‘Jihad’ pela integridade do clube, uma obrigação de todo torcedor fiel que verdadeiramente ama o Santos.”

Procurada pela reportagem para responder especificamente às críticas da Jihad Santista, a assessoria do Santos Futebol Clube informou que o presidente Marcelo Teixeira preferiu não se manifestar no momento. 

Brenda Guarulhos




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